quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Palavras de um Rei ...



"Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais."

"Preocupe-se mais com a sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles."

"Se Deus criou as pessoas para amar, e as coisas para cuidar. Por que amamos as coisas e usamos as pessoas!"

"Não cruze os braços diante de uma dificuldade, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos!"

"Os homens
pensam que possuem uma mente,
mas é a mente que os possui
Há pessoas que amam o poder,
e outras que tem o poder de amar."


"Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama.
Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer."

"A maior covardia de um homem é despertar um amor de uma mulher sem a intenção de amá-la"

"As vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!"

"Os ventos que as vezes tiram
algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre..."

"A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem pára em qualquer topada."

"Deus me enviou à terra com uma missão. Só Ele pode me deter, os homens nunca poderão."

"Eu olho para dentro de mim, e não me importo com o que as pessoas fazem ou dizem eu me preocupo só com as coisas certas."

"Saudade é um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos."

"Eu so do tamanho daquilo que SINTO,que VEJO e que FAÇO,não do tamanho que os outros me enxergam."

"Seja humilde, pois, até o sol com toda sua grandeza se põe e deixa a lua brilhar."

"Seja feliz do jeito que você é, não mude sua rotina pelo o que os outros exigem de você simplesmente viva de acordo com o seu modo de viver."

"Ideal seria que todas as pessoas soubessem amar, o tanto que sabem fingir"

"Nos chamam de loucos, num mundo em que os certos fazem bombas."

"O reggae não é pra se ouvir é pra se sentir. Quem não o sente não o conhece."

"Alguns vão te odiar, fingem que te amam agora. Então, pelas costas, eles tentam te eliminar. Mas quem JAH abençoa, ninguem amaldiçoa!"

"Eu só quero viver em paz e usufruir do que Deus nos deixou no mundo, não preciso de riquezas materiais para ser feliz. Apenas quero sentir o que Deus nos fala em nossos ouvidos em um simples soprar do vento."

"Enquanto imperar a filosofia de que há uma raça inferior e outra superior o mundo estará permanentemente em guerra. É uma profecia mas todo mundo sabe que isso é verdade"

Robert Nesta Marley / Bob Marley ou o Charles Wesley dos Rastafaris

domingo, 12 de dezembro de 2010

Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes


Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes é um livro administrativo (alguns consideram como sendo de auto-ajuda) do consultor Stephen R. Covey. O livro é resultado de pesquisa feita em duzentos anos de públicações sobre sucesso (de 1350 a 1299) que vão desde biografias a simples manuais e livros de auto-ajuda.
Foram vendidas mais de 15 milhões de cópias (ISBN 0-671-70863-5) em trinta e oito idiomas desde a sua primeira publicação em 1989 e foi eleito pelos leitores da revista Chief Executive como o livro mais influenciador do século vinte. Devido a sua grande popularidade, Stephen conquistou grande destaque na sua carreira como escritor, conferencista e consultor, sendo convidado para muitos eventos e workshops.

O livro lista sete princípios que, se estabelecidos como hábitos, devem ajudar a pessoa a atrair a verdadeira interdependência efetiva. Stephen argumenta que ela é atingida por meio do alinhamento à princípios da "Ética do Cárater", que ele acredita serem universais e atemporais, ao contrário da "Ética da Personalidade", algo que ele vê como prevalecentes em muitos livros modernos de auto-ajuda.

Os Sete Hábitos são:

Hábito 1: Ser Proativo;

Hábito 2: Começar com o Objetivo em Mente;

Hábito 3: Primeiro o Mais Importante;

Hábito 4: Pense Ganha-Ganha;

Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido;

Hábito 6: Criar Sinergia;

Hábito 7: Afinar o Instrumento.

Você poderá aprender um pouco mais sobre os 7 hábitos através dos videos postados no blog e PDF no link abaixo:
 
7 Hábitos PDF

Hábito 1 - Seja Proativo

Hábito 2 - Comece com o objetivo em mente

Hábito 3 - Primeiro o mais importante

Hábito 4 - Pense ganha ganha

Hábito 5 - Procure Primeiro Compreender, Depois ser compreendido.

Hábito 6 - Crie Sinergia

Hábito 7 - Afine o Instrumento

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Quintal Experimental Arte Bar











Quintal Experimental Arte Bar


De Sexta a Domingo um ótimo ponto de encontro para o seu Happy Hour.
- Noites de Sexta: BLUES com Bruno, Daniel, Marcelo e Waldema.

Rua Dr. Enéas de Lucena, 139 - Rosarinho

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8543915050567825043

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Orgulho e Vaidade

Procuremos, agora, ilustrar, entre os defeitos que mais comumente manifestam-se em nós, o orgulho e a vaidade. Busquemos tranqüilamente conhecê-los, tão profundamente quanto possível, sem mascarar os seus impulsos dentro de nós mesmos. Entendamos que a tolerância começa de nós para nós mesmos. Assim, o nosso trabalho de prospecção interior é suave, e não podemos nos maldizer ou nos martirizar pelos defeitos que ainda temos. Vamos, então, trazer aos níveis de nossa consciência aquelas manifestações impulsivas que nos dominam de certo modo, e que, progressivamente, desejamos controlar.
Vejamos, então, como identificar em nós o orgulho e a vaidade.

Orgulho

As principais reações e características do tipo predominantemente orgulhoso são:
  1. Amor-próprio muito acentuado: contraria-se por pequenos motivos;
  2. Reage explosivarnente a quaisquer observações ou críticas de outrem em relação ao seu comportamento;
  3. Necessita ser o centro de atenções e fazer prevalecer sempre as suas próprias idéias;
  4. Não aceita a possibilidade de seus erros, mantendo-se num estado de consciência fechado ao diálogo construtivo;
  5. Menospreza as idéias do próximo;
  6. Ao ser elogiado por quaisquer motivos, enche-se de uma satisfação presunçosa, como que se reafirmando na sua importância pessoal;
  7. Preocupa-se muito com a sua aparência exterior, seus gestos são estudados, dá demasiada importância à sua posição social e ao prestígio pessoal;
  8. Acha que todos os seus circundantes (familiares e amigos) devem girar em torno de si;
  9. Não admite se humilhar diante de ninguém, achando essa ati­tude um traço de fraqueza e falta de personalidade;
  10. Usa da ironia e do deboche para com o próximo nas ocasiões de contendas.
Compreendemos que o orgulhoso vive numa atmosfera ilusória, de destaque social ou intelectual, criando, assim, barreiras muito densas para penetrar na realidade do seu próprio interior. Na maioria dos casos o orgulho é um mecanismo de defesa para encobrir algum aspecto não aceito de ordem familiar, limitações da sua formação escolar-educacional, ou mesmo o resultado do seu próprio posicionamento diante da sociedade da imagem que escolheu para si mesmo, do papel que deseja desempenhar na vida de “status”.
E preferível nos olharmos de frente, corajosamente, e lutar por nos­sa melhora, não naquilo que a sociedade estabeleceu, dentro dos limites transitórios dos bens materiais, mas nas aquisições interiores: os tesouros eternos que “a traça não come nem a ferrugem corrói! “.

 

 Vaidade

A vaidade é decorrente do orgulho, e dele anda próxima. Destacamos adiante as suas facetas mais comuns:
  1. Apresentação pessoal exuberante (no vestir, nos adornos usados, nos gestos afetados, no falai demasiado);
  2. Evidência de qualidades intelectuais, não poupando referências à própria pessoa, ou a algo que realiza;
  3. Esforço em realçar dotes físicos, culturais ou sociais com notória antipatia provocada aos demais;
  4. Intolerância para com aqueles cuja condição social ou intelectual é mais humilde, não evitando a eles referências desairosas;
  5. Aspiração a cargos ou posições de destaque que acentuem as referências respeitosas ou elogiosas à sua pessoa;
  6. Não reconhecimento de sua própria culpabilidade nas situações de descontentamento diante de infortúnios por que passa;
  7. Obstrução mental na capacidade de se auto-analisar, não aceitando suas possíveis falhas ou erros, culpando vagamente a sorte, a infelicidade imerecida, o azar.
A vaidade, sorrateiramente, está quase sempre presente dentro de nós. Dela os espíritos inferiores se servem para abrir caminhos às perturbações entre os próprios amigos e familiares. É muito sutil a manifestação da vaidade no nosso íntimo e não é pequeno o esforço que devemos desenvolver na vigilância, para não sermos vítimas daquelas influências que encontram apoio nesse nosso defeito. De alguma forma e de variada intensidade, contamos todos com uma parcela de vaidade, que pode estar se manifestando nas nossas motivações de algo a realizar, o que é certa­mente válido, até certo ponto. O perigo, no entanto, reside nos excessos e no desconhecimento das fronteiras entre os impulsos de idealismo, por amor a uma causa nobre, e os ímpetos de destaque pessoal, característicos da vaidade.


A vaidade, nas suas formas de apresentação, quer pela postura física, gestos estudados, retórica no falar, atitudes intempestivas, reações arrogantes, reflete, quase sempre, uma deformação de colocação do indivíduo, face aos valores pessoais que a sociedade estabeleceu. Isto é, a aparência, os gestos, o palavreado, quanto mais artificiais e exuberantes, mais chamam a atenção, e isso agrada o intérprete, satisfaz a sua necessidade pessoal de ser observado, comentado, “badalado”. No íntimo, o protagonista reflete, naquela aparência toda, grande insegurança e acentuada carência de afeto que nele residem, oriundas de muitos fatores desencadeados na infância e na adolescência. Fixações de imagens que, quando criança, identificou em algumas pessoas aparentemente felizes, bem sucedidas, comentadas, admiradas, cujos gestos e maneiras de apresentação foram tomados como modelo a seguir.
O vaidoso o é, muitas vezes, sem perceber, e vive desempenhando um personagem que escolheu. No seu íntimo é sempre bem diferente daquele que aparenta, e, de alguma forma, essa dualidade lhe causa conflitos, pois sofre com tudo isso, sente necessidade de encontrar-se a si mesmo, embora às vezes sem saber como.
O mais prejudicial nisso tudo é que as fixações mentais nos personagens selecionados podem estabelecer e conduzir a enormes bloqueios do sentimento, levando as criaturas a assumirem um caráter endurecido, insensível, de atitudes frias e grosseiras.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Amor próprio

 
Responda honestamente a você mesmo (a):
 Você gosta incondicionalmente de você?
É feliz na sua vida como ela está?
Faz todas as coisas que lhe fazem bem?
Procura tomar sempre  decisões em favor de sua felicidade? 
Logicamente que a maioria das respostas será  "não".  Se uma pessoa não se ama,  não procura fazer sua própria felicidade, não conseguirá jamais amar verdadeiramente outra pessoa. Como pode dar algo que não tem?
Uma pessoa pode dizer que ama outra pessoa, mas o que acontece é que ela  deve estar apenas apaixonada e paixão é bem diferente de amor, deve estar querendo amor de verdade, mas não consegue.
Dentro da aura de cada um existe um campo magnético que produz o magnetismo do amor.
Quando a pessoa se ama de verdade, esse campo magnético começa a irradiar um fluxo de energia especial, que se expande sobre todas as pessoas de seu convívio, até mesmo alguém que você não conheça, quando se lhe aproxima sente um calor ou um sentimento de amor, sente vontade de ficar ao seu lado, de conversar, estreitar laços de amizade.
Este encontro magnético acontece porque existe em você um fator de atração do Amor Próprio, e este só acontece quando alguém irradia telepáticamente e, logicamente, só conseguirá irradiar esta energia se realmente o estiver sentindo.
É por esta razão que muitas vezes algumas pessoas não se sentem bem ao lado  de outras,  e, dependendo da situação, considerando a falta de conhecimento, é comum pensarem  que essas outras  podem estar "evitando" .  Elas  não estão evitando no sentido literal da palavra; o que acontece é que estão sem nenhum Amor Próprio e, desta forma,  irradiam ao espaço esta sensação de negatividade.
Uma pessoa que não se ama não está preparada para atrair a pessoa certa no amor e, quando atrai alguém, certamente será a pessoa errada e futuramente verá o erro que cometeu. O despreparo acontece quando não há flexibilidade, não estão abertas a mudanças ou não tem vontade de mudar, não aceitam outros pontos de vista e opiniões que a façam evoluir e ficam presas a valores que certamente são nocivos ao seu desenvolvimento pessoal. Muitos querem encontrar a sua verdadeira Alma Gêmea, mas como, se não existe o principal dentro dela, amor próprio ? 

Toda pessoa que não se ama, pelo seu magnetismo pessoal, acaba atraindo também pessoas com mesma característica, e,  devido a esta atração começam a acontecer problemas em relação à afetividade. Acabam sempre dividindo mágoas e ressentimentos.
Nunca poderemos dar amor, ou sermos amados verdadeiramente, se não formos os primeiros a fazê- lo. E para isso precisamos aprender a nos nos dar amor.

E como é possível isso? Vejamos
Quem se ama de verdade evita pensar ou vivenciar o passado triste e, quando se lembra, mentaliza apenas como experiência para sua evolução, vê de forma fria e natural tudo o que aconteceu no passado, procura tirar proveito dos acontecimentos do passado.
Quem se ama de verdade,  mantêm  o controle emocional para  as desarmonias caírem sobre a sua Aura.
Quem se ama de verdade não espera ser compreendido, prefere compreender as pessoas de um modo geral, mantêm-se de bem com a vida e não se preocupa com a opinião alheia.
Não dá ouvidos às críticas, para que elas não evoluam.

Quem se ama de verdade não guarda raiva, rancor ou ressentimento, vê tudo a sua volta como se fosse um processo de auto-conhecimento, está sempre disposto a perdoar e compreender em qualquer situação.

Quem se ama de verdade não aceita sugestões negativas,  policia seus pensamentos e procura analisar cada um deles.

Quem se ama de verdade não se magoa, não fica chorando quando é magoada (o). não se entristece por qualquer razão, não perde o controle em qualquer situação e não se deixa levar por qualquer situação negativa. Quem se ama de verdade não tem medo da morte, das doenças, da pobreza ou falta de dinheiro, não sente medo, não se apega a nada.
Quem se ama sente coragem e segurança de sempre recomeçar, se for necessário, sem medo do desconhecido.

A importância de expressar os sentimentos

Vivemos sem agradecer as pessoas com quem convivemos no nosso dia a dia, agradecer pelos conselhos, agradecer pelo favor, agradecer pelo sorriso, agradecer pela alegria, agradecer a amizade, agradecer a sua existência... Mostrar que a pessoa é importante e que um dia se se for embora vamos sentir um nó na garganta, um enorme vazio!



Você pode ter pena de não o ter feito e agora o nó não se desenrola está preso e parece durar assim como as lágrimas que a qualquer momento parecem estar a cair ...

Não tenham medo de dizer que amam mesmo quando a pessoa não corresponde, não tenham medo de dar um abraço mesmo quando vão simplesmente passear pela rua, não tenham medo de mostrar o quanto a pessoa é importante, mesmo que seja dito todos os dias...

Esses gestos confortam nos se um dia a pessoa partir sem dizermos um último adeus...

Este é o poder do agora...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A Elegância do Comportamento


 Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no dia a dia.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se atende.

Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.

Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.

Educação enferruja por falta de uso.

E, detalhe: não é frescura.
É a elegância do comportamento. . .